As coisas começaram bem esta semana! E vejam só… Não somente há uma luz no fim do túnel, mas há um sol grande, gordo e quente no fim dessa porra! Não. Não estou falando nem de Jesus H. Christmas nem de Jimbo.
Bom, vamos do começo. Há algum tempo eu comecei a me tornar algo que eu nunca pensei ser – extremamente arrogante, mau humorado, negativo, sem tempo, sem foco. Um desperdício em forma de carne e ossos dentro de um saco. Como diabos eu me tornei isso? Eu não tenho a menor idéia… Só sei que era claro a maneira como eu me portava com meus sonhos, objetivos, amigos, família… Tudo! Era tudo uma maldita dormência confortável (sim sim, tipo a música..).
De repente, eu comecei a experienciar situações adversas que, de tão incomodas, me fizeram repensar sobre o lindão aqui. “Como eu ainda não consegui o que eu quero? Por que não consegui? O que diabos eu quero de fato? Por que as pessoas não agüentam passar mais de 30 minutos conversando comigo?”. Caralho! E era tudo tão simples… Faltava um foco, um motivo, algo que me inspirasse a não esquecer o segundo que passou e aproveitar o segundo que está rolando.
Toda aquela baboseira de “wishful thinking” se tornava mais claro para mim! Não no sentido “acredite e terá”… No sentido de “acredite, treine, quebre a cabeça, a cara, corra, prove e consiga”! É incrível como eu deixava as coisas acontecerem sem parar pra pensar como essas coisas afetariam minha vida. Inclusive as boas! Sem aprender nada, sem anotar num caderno… Nada! E foi então que lembrei de uma frase que o Bradley Nowell disse uma vez:
Se nós cruzarmos o país pra fazer um show que só tenha uma pessoa pra assistir, e essa pessoa virar nosso amigo, tudo valeu a pena!
É isso! É exatamente isso! Valorizar o que importa sem se importar com o resto. O que estiver fora dos meus planos, simplesmente não tem de me afetar! Por que deveria? Por que diabos eu tenho de abaixar a cabeça quando as coisas dão errado? Não se abaixa a cabeça nessa situação! Se levanta para ouvir um sermão idiotamente verdadeiro dizendo de quarenta mil formas a merda que você fez. Mas você ouve – palavra por palavra. Porque se você virar as costas, não vai se renovar, vai continuar como antes. E, a partir de hoje, se reinventar deve ser algo bem recebido, sempre pra conseguir objetivos diferentes, todos por uma maneira verdadeira a mim mesmo.
Chega da palhaçada de aturar o que eu não quero. Eu não deveria aturar nada se minha mente está setada em algo maior. Qualquer sonho que eu projete deve ser uma reflexão automática de “onde estou hoje” e “para onde quero chegar”. Os meios para isso variam, não adianta se preocupar – apenas vá atrás de todas as possibilidades, sem deixar nenhuma escapar! Isso é a porra do “carpe diem” que o povo tanto adora… Esse é a porra do conceito de uma vida acolhedora pra mim mesmo, pra merda da felicidade plena!
E quer saber? Não é tão difícil quanto parece.
